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MPT notifica Embraer sobre manutenção dos empregos em acordo de fusão com Boeing


Fabricantes de aeronaves negociam parceria. Procuradoria demonstra em documento preocupação quanto à manutenção dos postos de trabalho no Brasil. Embraer tem cerca de 18 mil empregados no país. Sindicato acredita que novos projetos, em caso de parceria com a Boeing, não serão desenvolvidos e produzidos no Brasil Embraer/Divulgação As fabricantes de aeronaves Boeing e Embraer, que negociam uma fusão desde dezembro do ano passado, foram notificadas pelo Ministério Público do Trabalho (MPT) para que incluam questões trabalhistas no acordo comercial. O órgão manifesta preocupação quanto à manutenção do patamar de empregos no Brasil, caso a parceria seja fechada. A preocupação com a possibilidade de demissões já havia sido manifestada pelo Sindicato dos Metalúrgicos. (leia abaixo) A recomendação da procuradoria é para que as empresas prestem informações aos sindicatos que representam os empregados e tenham transparência sobre os possíveis impactos do acordo para os níveis de emprego no Brasil. A companhia tem mais de 10 mil empregados em São José dos Campos e é uma das maiores empregadoras do município. A empresa tem cerca de 18 mil funcionários no país, segundo o sindicato. Um prazo de 15 dias, a partir da notificação, foi dado ás empresas para informarem sobre o atendimento da recomendação e prestação de informações adicionais que avaliarem pertinentes ao assunto. O MPT disse que deu início à atuação durante a negociação no último mês. A norte americana Boeing concentra as atividades nos EUA, com plantas industriais no país. A companhia é uma das maiores fabricantes de aeronaves do mundo. O sindicato em São José avalia que a possível fusão entre as empresas é uma ameaça aos empregos no país. "O principal projeto da Embraer hoje é a família do avião regional E2 e, daqui 10 anos, 8 anos, ele não vai mais ser o que é hoje, então novos projetos virão. Especialistas aqui e lá fora acham que quando fechar o ciclo dele, a Boeing jamais vai trazer um novo projeto para cá e isso vai impactar os empregos", disse o diretor Herbert Claros. O MPT encerra o documento, assinado por um grupo de procuradores, sinzalizando que caso as recomendações não sejam adotadas, as empresas podem ser submetidas à medidas administrativas e judiciais - não foram informadas quais. Outro lado A Boeing informou, por email, apenas que recebeu a notificação e está analisando o assunto. A Embraer preferiu não comentar o assunto.

(Globo.com)
Portaria virtual tem potencial para crescimento no mercado

Alguns edifícios abrem mão de porteiros em nome de segurança e economia. A maioria dos condomínios no Brasil ainda não adotou a portaria virtual.   Quem mora em condomínio sabe que os porteiros muitas vezes são “anjos da guarda”, que além de monitorar a saída e entrada de visitantes, pode resolver alguns problemas dos moradores. No entanto, muitos edifícios estão abrindo mão dessa convivência em nome da segurança e da economia. Tem crescido nos últimos anos o número de empresas que investe em portarias remotas, aquelas sem porteiro, monitoradas à distancia. Esses sistemas estão cada vez mais desenvolvidos e tem espaço para crescer ainda mais. Em todo o Brasil há 180 mil condomínios, 50 mil só em São Paulo. A maioria, segundo o vice-presidente de Administração do Secovi São Paulo, Hubert Gebara, ainda não adotou a portaria virtual. Quem já adotou, como em um prédio de São Paulo, foi para reduzir custos. A folha de pagamento caiu em 50%. O dinheiro foi reinvestido em benfeitorias para o prédio. A tecnologia usada na portaria do prédio na capital paulista foi desenvolvida pela startup do Fabio Beal. O empresário investiu um milhão e meio de reais para criar a plataforma que gerencia à distancia o acesso de moradores e visitantes de condomínios. Cada morador tem uma identificação e só com ela, abre o portão do prédio. O monitoramento é feito numa central que fica distante. A central que monitora o prédio é uma das cem parceiras da startup e está no mercado de segurança há 15 anos. Há dois anos entrou na área de portaria virtual e já aumentou o faturamento em 30%. A empresa mantém três equipes que se revezam 24 horas por dia para monitorar as portarias de 900 condomínios em São Paulo. O custo para o condomínio é de R$ 1.400 por mês para a startup, pelo aluguel do equipamento e uma mensalidade a partir de R$ 4.500 para a empresa de segurança que faz o monitoramento. KIPER PORTARIA REMOTA Fanpage: www.facebook.com/kipertec Email: marketing@kiper.com.brwww.kiper.com.br Secovi-SP – Sindicato da Habitaçãowww.secovi.com.brMICRUSEL – TECNOLOGIA EM SISTEMAS ELETRÔNICOS DE SEGURANÇA Telefone: (11) 2107-4363 E-mail: administrativo@micrusel.com.brwww.micrusel.com.br

(Globo.com)
Master franqueado exige investimento e conhecimento de mercado

Para representar uma rede de franquia estrangeira, é importante entender se o produto ou serviço vai se adequar ao mercado brasileiro.   Imagine investir em uma franquia e no meio do caminho perceber que entrou numa roubada? Victor Giansante e seus sócios se tornaram master franqueados em 2007 para o Brasil, de uma rede americana especializada em salada de alfaces, rúculas e agriões. Mas, souberam que a rede lá fora estava desmoronando, já que de 150 lojas no mundo, caíram para oito operações, sem contar a do Brasil. Para entender o que estava acontecendo com a rede, Victor montou o escritório dentro de uma das 25 lojas brasileiras. Ele começou a observar o negócio e descobriu, por exemplo, que o consumidor não aguentava mais só comer salada. Com muita negociação, a rede conseguiu em 2008, autorização da matriz para mudar o cardápio, que até então não levava em conta os hábitos de consumo dos brasileiros. Foram lançados então os pratos quentes: grelhados, crepes e quiches. No frio, o negócio tinha uma queda de 40% em vendas. Com a entrada dos novos produtos as vendas se mantiveram mais equilibradas, durante todo o ano. Ao mesmo tempo, os empresários mudaram a apresentação dos pratos. Com essas mudanças, as vendas no geral aumentaram 20% e chegou a hora de dar um passo adiante:  tornar-se independente. A master franquia no Brasil cancelou o contrato com a matriz americana e lançou em 2015 uma marca própria. O negócio ganhou fôlego e o número de lojas passou de 25 para 38. O faturamento de uma unidade que antes era de 100 mil por mês passou para 140 mil. Alma do Negócio: Master Franqueado Master franqueado é o representante de uma rede de franquia estrangeira em outro país. O investimento é grande e varia de acordo com o tipo de negócio. É uma opção interessante para quem quer empreender na área de franquia, pois pode trazer para o Brasil uma marca forte e reconhecida. Traz conhecimento, apoio do franqueador, acesso a ganhos de escala e propaganda mais profissional. No entanto, o próprio vice-presidente da Associação Brasileira de Franchinsing (ABF), André Friedheim, alerta que tem que prestar atenção no contrato. O prazo de parceria tem que estar bem definido, assim como o número de unidades que o master franqueado terá que abrir e em que período de tempo. É preciso estabelecer qual serviço e apoio o franqueador vai dar e com que frequência ele vai fazer visitas ao máster franqueado. É preciso ter cláusulas especificas para saída e rescisão do contrato. A orientação é conversar com outros master franqueados da própria rede que estão em outros países, para ver como eles atuaram. E se o negócio não pegar no Brasil, o empreendedor pode colocar no contrato algumas regras para fazer adaptações para o mercado nacional onde ele vai atuar. O mais importante é que essas adaptações sejam feitas com anuência do dono da marca, não pode perder o “DNA” do negócio, as características que são importantes para que ele funcione. É sempre bom consultar um advogado especializado em franquia. Todo mercado tem regras próprias de consumo. A grande dica é fazer estudo de mercado para entender se realmente o produto ou serviço que se pretende trazer ao Brasil vai se adequar ao mercado brasileiro. BOALI Avenida Paulista, 1374 - Bela Vista São Paulo / SP – CEP: 01310-100 E-mail: sejafranqueado@boali.com.brwww.boali.com.br ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE FRANCHISING (ABF) Av. das Nações Unidas, 10989 - 9 º e 11° andar, Conj. 92 e 112 - Vl. Olímpia São Paulo / SP – CEP: 04578-000 Telefone: (11) 3020-8800www.abf.com.br

(Globo.com)
De olho na Copa, varejista aceitará TV velha como entrada na compra de nova


Desconto no Magazine Luiza vai de R$ 50 a R$ 1.500; Casas Bahia e Ponto Frio também farão promoção para vender TV na Copa. As varejistas já começam a fazer promoções para vender televisão de olho na Copa do Mundo. O Magazine Luiza começará no sábado (14) a aceitar TVs antigas como entrada na compra de uma nova. Já a Casas Bahia oferece uma TV extra por R$ 1 para quem comprar um aparelho acima de 60 polegadas. TVs de tubo Reprodução / TV Tem Segundo a Magazine Luiza, qualquer marca e modelo de televisor serão aceitos, mesmo aqueles mais antigos, de tubo. As condições são que o aparelho esteja funcionando, com a tela íntegra, com cabo de energia e controle remoto. Os descontos vão de R$ 50 a R$ 1.500, dependendo da idade, tamanho e tecnologia da TV dada como entrada. O cálculo do valor será feito por um software da Trocafone, empresa que já é parceira do Magazine Luiza em ações do mesmo tipo, mas voltadas para a troca de celulares e tablets. Os aparelhos entregues passarão a pertencer à Trocafone e poderão ser revendidos, desmontados para o uso de peças ou descartados. TV 'zicada' O jogador Oscar (e), da seleção do Brasil, ao lado do alemão Lahm, desaba e chora ao final da partida entre Brasil x Alemanha onde a equipe brasileira foi goleada por 7 a 1 no Estádio do Mineirão, pelas semifinais da Copa do Mundo 2014. Estadão Conteúdo/Arquivo O mote da campanha publicitária será: "Você vai ter coragem de ver o Brasil [na Copa 2018] com a mesma TV do 7x1?". "A brincadeira é que as TVs que viram o 7x1 [da Alemanha sobre o Brasil, na Copa de 2014] estão zicadas", conta Ilca Sierra, diretora de marketing multicanal do Magazine Luiza. De acordo com ela, ação começou a ser pensada ainda em 2017 junto aos fornecedores e os estoques foram ampliados para dar conta da demanda. A expectativa é vender o dobro de TVs comercializadas no período equivalente do ano passado. "A gente sabe que o Brasil para para esse momento [a Copa] e isso tem um peso grande para a nossa categoria. E sabemos que este é o ano da tela grande e do 4k", diz Ilca. TV por R$ 1 A rede Casas Bahia também preparou uma promoção para a Copa do Mundo. Os clientes que comprarem uma televisão de tamanho maior que 60 polegadas (com preço a partir de R$ 4.999) poderão levar uma segunda, de 32 polegas, por R$ 1. Comprado individualmente, o aparelho dado "de brinde" custa R$ 1.199. Para os clientes que gastarem mais que R$ 500 em suas lojas ou site, a varejista também promoverá um "bolão" virtual que premiará com R$ 2 milhões quem acertar as seleções que levarão o primeiro, segundo e terceiro lugar da competição. Já o Ponto Frio, que assim como a Casas Bahia pertence à Via Varejo, vai sortear um prêmio de R$ 100 mil por mês durante um ano entre os consumidores que comprarem acima de R$ 500. A promoção vale até o dia 31 de julho e o sorteio será feito pela Loteria Federal em 18 de agosto.

(Globo.com)
Carrinho de rolimã é aposta de empresário que conquista pais e filhos

Além da venda do carrinho, a empresa personaliza os produtos. Nos eventos, os empresários emprestam carrinhos pra quem não tem.    A filha do empresário Márcio Fernandes ficava o dia inteiro no celular. Para mudar essa rotina ele fez um carrinho de rolimã para ela. O brinquedo foi um sucesso e ele resolveu transformar a brincadeira em negócio. O investimento foi de 20 mil reais. Márcio montou a empresa num cantinho da loja de roupas do cunhado, Alexandre Koga, que virou sócio no novo negócio. Eles terceirizam a produção, desde o corte da madeira até a impressão das imagens no carrinho. Hoje, o carrinho de rolimã é vendido a 200 reais e quando é personalizado o valor chega a quase 400 reais. São vendidas 70 unidades por mês e o faturamento é de 30 mil reais. Para divulgar o negócio, eles fecham ruas e criam eventos. A prefeitura libera o espaço e os empresários instalam toda a infra-estrutura no local: gerador de energia, sinalização e equipe de apoio. Em média, investem 10 mil reais por evento e recuperam com folga, já que montam logo na entrada, uma lojinha, que vende camisetas, carrinho de rolimã, capacete, boné, jogo de futebol de botão, pião. Em média, cada cliente compra três peças, gasta 400 reais. A empresa fatura 15 mil reais por evento, além de divulgar a marca. Um que aconteceu este ano em São Paulo reuniu mais de mil pessoas: velhos e novos consumidores. MULEK DE RUA Av. Imirim, 2851 – Imirim São Paulo/SP – CEP: 02465-300 Telefone: (11) 99571-3434 Site: www.mulekderua.com.br

(Globo.com)

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